| Amigos e amigas: se quiserem pôr as quotas em dia ou enviar-nos um donativo, podem sempre fazê-lo por transferência bancária através do NIB 0036 0000 9910 5869 2830 8 ou então através do sistema Paypal. As quotas de amigo são, no mínimo, 20 euros por ano ou 10 por semestre. É um apoio modesto, mas para nós faz diferença. Obrigado e até já!
|

|
Programação:
Clique em cada uma das actividades para ver o respectivo cartaz.

Composta por 13 painéis com textos e imagens que dão conta da vida e da obra de Mário Dionísio (1916-1993), documentos do espólio do autor, livros, fotografias, poemas, pinturas e desenhos, esta exposição foi concebida em 2011 para ser itinerante, e já viajou muito. Desde há uns anos instalámo-la também como exposição permanente numa parte da Zona Pública da Casa da Achada, podendo ser vista em qualquer altura por quem nos visita.
O catálogo reproduz os painéis biográficos que constam da exposição e inclui também uma bibliografia sumária do autor e um conjunto de opiniões críticas sobre a sua obra plurifacetada – o artista (poeta, romancista, pintor), o pedagogo e, em tudo, o intelectual interventivo, ética e politicamente. São autores dos textos: Isabel da Nóbrega, Jorge Silva Melo, João Madeira, Luís Trindade, António Pedro Pita, Rui Canário, Maria Alzira Seixo, Rocha de Sousa, Regina Guimarães, Cristina Almeida Ribeiro, Nuno Júdice, Saguenail, Manuel Gusmão e Eugénia Leal.
Exposição permanente
Horário:
Segunda-Feira – das 15h às 20h
Quinta-feira – das 15h às 20h
Sexta-Feira – das 15h às 20h
Sábado e Domingo – das 11h às 18h

|
Exposição Colectiva
CAMPONÊS ARMADO
Em diálogo com o «Camponês Armado» de Mário Dionísio
de 29 de Setembro de 2024 a 21 de Abril de 2025
mais informação |
Exposição colectiva a partir da interpretação do quadro «Camponês armado» de Mário Dionísio.
Horário:
Segunda-Feira – das 15h às 20h
Quinta-feira – das 15h às 20h
Sexta-Feira – das 15h às 20h
Sábado e Domingo – das 11h às 18h


|
Cinema
Quem tem medo da paz?
Segundas-feiras 6, 13, 20 e 27 de Janeiro às 21h
mais informação |
CICLO «QUEM TEM MEDO DA PAZ»
Guerras alimentadas por quem quer impor as suas regras e os seus negócios, por quem vende armas, por quem quer controlar povos, fronteiras, transportes, matérias-primas.
Por desejos de poder e mais e mais poder. Discursos cínicos dizem-nas «inevitáveis» e há quem as justifique mesmo dizendo que são «naturais». Tanques e drones inevitáveis, bombas nucleares naturais, extermínios e genocídios porque «tem de ser» e «sempre foi assim». Os media dominantes, apesar das excepções, reproduzem a lenga-lenga, dando uma na compaixão e outra no cinismo. Quem levanta a voz contra a guerra é visto como lírico, ingénuo, sonhador. E, apesar de tudo, são milhares no mundo inteiro, a entender que é preciso travar o capitalismo, o imperialismo e a guerra (que não sabem viver uns sem os outros), e a exprimi-lo de muitas formas, nas ruas, nas vidas, nas artes. E se o cinema nos ajudasse? Luz, câmara... cessar-fogo, já!
Todas as segundas-feiras, às 21h
A OESTE NADA DE NOVO
de Lewis Milestone
1930 (133’)
Segunda-feira, 6 de Janeiro, às 21h00
MR. KLEIN
de Joseph Losey
1976 (123’)
Segunda-feira, 13 de Janeiro, às 21h00
O TÚMULO DOS PIRILAMPOS
de Isao Takahata
1988 (88’)
Segunda-feira, 20 de Janeiro, às 21h00
A BATALHA DE ARGEL
de Gillo Pontecorvo
1966 (121’)
Segunda-feira, 27 de Janeiro, às 21h00
Entrada gratuita


|
Oficina para pequenos e grandes
- Folha em branco
- Tela cheia
Domingo 19 de Janeiro das 15h30 às 17h30
mais informação |
TELA EM BRANCO, FOLHA CHEIA
Atelier de escrever a olhar para um quadro.
«Em frente duma tela (ou duma folha de papel), a revolta, o protesto, o desafio, são coisas a que se chega e não de que se parte.», escrevia Mário Dionísio em 18 de e Fevereiro de 1974.
50 anos depois, na Casa da Achada, a proposta para esta sessão é escrever a olhar para um quadro. Não precisam de trazer papel nem caneta nem cadeira nem o quadro, temos tudo isso para toda a gente que quiser. Os quadros com que nos confrontaremos serão os da exposição "Camponês armado", que tem obras de Bárbara Assis Pacheco, Dedo Mau, Frederico Mira George, Graça Santos, Manuel San-Payo, Marta Caldas, Matilde Basto, Miguel Basto, Pierre Pratt, Regina Guimarães, Ricardo Garcez e Sara Franco.
Domingo, 19 de Janeiro, às 15h30
Entrada gratuita

EX-VOTOS NO CHÃO DA ACHADA
Os míticos Ex-Votos, em versão acústica.
No Chão da Achada é uma série de sessões generosas para a Casa da Achada – Centro
Mário Dionísio se manter de pé.
Sábado, 4 de Janeiro, às 18h30


|
Ciclo Camponês Armado
Reforma Agrária - E Hoje, como seria?
Conversa com Elisa Lopes da Silva e Constantino Piçarra
Sábado 25 de Janeiro às 15h30
mais informação |
REFORMA AGRÁRIA – E HOJE, COMO SERIA?
«A terra a quem a trabalha» ouviu-se pelo país mal estalou a Revolução de Abril. Sobretudo no Alentejo, as terras revolveram-se e passaram das mãos dos latifundiários para as mãos dos trabalhadores, acompanhando as mudanças sociais e políticas iniciadas em 1974. Em 50 anos, o país e a agricultura já não são os mesmos. Como seria hoje a Reforma Agrária? Elisa Lopes da Silva e Constantino Piçarra juntam-se a esta conversa, para pensarem connosco este cenário.
Sábado, 25 de Janeiro, às 15h30

Quem gosta de ler, falar sobre livros, trocar ideias ou sente que precisa muito de reatar a sua vida com a leitura pode vir experimentar este encontro de Leitores Achados, incentivado pela Biblioteca Pública da Casa da Achada.


|
Ouvido de Tísico
Nº 57 - Um Camponês Armado à Força
vamos ouvir canções com soldados dentro
Sexta, 31 de Janeiro às 18h30
mais informação |
UM CAMPONÊS ARMADO À FORÇA
Canções com soldados dentro. Esta é a 57ª sessão «Ouvido de Tísico». Nas sessões «Ouvido de Tísico» a proposta é escutar. Fácil? Difícil? Num mundo que nos quer entupir os ouvidos, nós queremos continuar a fazer cócegas ao caracol. Ouvir-se-ão textos de vários autores, saladas musicais, documentos desencantados do Centro de Documentação da Casa da Achada, discos do princípio ao fim, entrevistas, enfim, de tudo um pouco. Pode-se ouvir de pé ou sentado, sentado ou deitado. Pode ouvir-se de olhos fechados ou abertos, abertos ou semicerrados. Pode-se desenhar enquanto se ouve, ou escrever, ou não fazer mais do que… ouvir.
Sexta, 31 de Janeiro, às 18h30
Entrada gratuita

_____________________________________________________________________________________________________
A quem quiser contribuir para que a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio
continue a existir
A entrada é gratuita em tudo o que a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio faz. Não por riqueza ou por mania. Mas porque decorre da própria ideia que Mário Dionísio tinha da cultura. E nós, vários anos depois, também.
As excepções são as edições, é claro. Que os Sócios Fundadores e Amigos da Casa da Achada podem comprar abaixo do preço do mercado.
Os tempos vão maus e os apoios institucionais também.
Por isso, agora dizemos a toda a gente que toda a gente pode fazer um donativo, se assim o entender.
Opção 1: Cartão de crédito ou Paypal
Faça o seu donativo online, de forma totalmente segura, usando o seu cartão de crédito ou a sua conta Paypal.
Caso opte por esta forma de pagamento, o Paypal irá reter uma pequena percentagem do valor doado, pelo que se quiser garantir que iremos receber a totalidade do seu donativo, faça uma transferência bancária (abaixo).
Opção 2: Transferência bancária
Transfira para o NIB 0036 0000 9910 5869 2830 8 a quantia que desejar doar.
Sugestão: Assinar este texto, completando com a quantia doada, e enviar para a Casa da Achada.
Nota: Pode copiar o texto e enviar por e-mail ou imprimir aqui e enviar via postal.