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Programação:
Clique em cada uma das actividades para ver o respectivo cartaz.

Composta por 13 painéis com textos e imagens que dão conta da vida e da obra de Mário Dionísio (1916-1993), documentos do espólio do autor, livros, fotografias, poemas, pinturas e desenhos, esta exposição foi concebida em 2011 para ser itinerante, e já viajou muito. Desde há uns anos instalámo-la também como exposição permanente numa parte da Zona Pública da Casa da Achada, podendo ser vista em qualquer altura por quem nos visita.
O catálogo reproduz os painéis biográficos que constam da exposição e inclui também uma bibliografia sumária do autor e um conjunto de opiniões críticas sobre a sua obra plurifacetada – o artista (poeta, romancista, pintor), o pedagogo e, em tudo, o intelectual interventivo, ética e politicamente. São autores dos textos: Isabel da Nóbrega, Jorge Silva Melo, João Madeira, Luís Trindade, António Pedro Pita, Rui Canário, Maria Alzira Seixo, Rocha de Sousa, Regina Guimarães, Cristina Almeida Ribeiro, Nuno Júdice, Saguenail, Manuel Gusmão e Eugénia Leal.
Exposição permanente
Horário:
Segunda-Feira – das 15h às 20h
Quinta-feira – das 15h às 20h
Sexta-Feira – das 15h às 20h
Sábado e Domingo – das 11h às 18h

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Exposição
Riso Dissonante
A Caricatura Social em Alfonso Castelao e
Jean Bruller (Vercors)
de 26 de Abril a 28 de Setembro de 2026
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O RISO DISSONANTE
A Caricatura Social em Alfonso Castelao e Jean Bruller (Vercors)
Uma exposição de estampas de Alfonso Castelao (1886-1950) e Jean Bruller (Vercors) (1902-1991) e de desenhos humorísticos de artistas contemporâneos. A exposição será acompanhada de um ciclo de sessões, entre Abril e Setembro, sobre Alfonso Castelao, escritor e desenhador galego, e Jean Bruller (Vercors), escritor e desenhador francês, artistas comprometidos com a luta contra os totalitarismos na Europa e autores de fortíssimos e pouco conhecidos desenhos humorísticos e de caricatura social. A exposição Riso dissonante é uma oportunidade para falarmos de arte e intervenção política, de questões sociais, guerras e resistências. No tempo de Castelao e Vercors, mas também hoje.
De 26 de Abril a 28 de Setembro de 2026
Horário:
Segunda-Feira, Quinta-feira e Sexta-Feira – das 15h às 20h
Sábado e Domingo – das 11h às 18h


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Cinema
melancolias revolucionárias
Segundas-feiras 1, 8, 15, 22 e 29 de Junho às 21h
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melancolias revolucionárias
Este ciclo teve origem no livro de Enzo Traverso, Melancolia de Esquerda. Um livro de
2015 em que se procurava repensar a transformação social no sentido da emancipação humana e da igualdade, num tempo em que a sua memória parecia perdida, ocultada ou esquecida.
Esse livro, para além de reflectir sobre a possibilidade de resgatar a ideia socialista na
sequência dos seus falhanços históricos, fala também de cinema: de filmes de artistas politicamente comprometidos com a transformação do mundo, colocando como princípio a igualdade ao centro. E também de filmes que reflectem, a seu modo, sobre as derrotas de revoltas e revoluções passadas, questionando que rasto nos deixam, que acções políticas nos exigem ou sugerem. Filmes ainda que, sem terem de ser «históricos», reflectem sobre o passado de forma política e poética, estimulando o pensamento crítico.
Melancolia não significa necessariamente dor e nostalgia. Pode significar antes a busca,
entre as ruínas, de ideias e gestos de emancipações que ficaram por cumprir, de histórias que seocultaram, de esperanças transformadoras que podem de novo emergir.
Todas as segundas-feiras - às 21h00
6 de Julho
Crni film, Želimir Žilnik, 1971, 15´
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Outro País, Sérgio Tréfaut, 1999, 70´
13 de Julho
Growing Up Red, George Fu, Emily Zheng, 2015, 19´
+
O Meu Outro País, Solveig Nordlund, 2014, 54´
20 de Julho
The Medallion, Ruth Hunduma, 2023, 19´
+
A Morte de um Burocrata, Tomás Gutiérrez Alea, 1966, 84´
27 de Julho
Searching for Lin Zhao's Soul, Hu Jie, 2005, 116´


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conversa
CASTELAO E VERCORS, ESCRITORES CONTRA
com Arturo Reguera, Jean-Luc Pauthier, João Rodrigues
e Sara Figueiredo Costa (mod.)
Domingo 5 de Julho às 15h30
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CASTELAO E VERCORS, ESCRITORES CONTRA
Estes autores não se quedaram apenas pelo desenho social, sendo a escrita uma continuação da sua criação atormentada pelo que viam e sentiam à sua volta. Dessa forma usaram a palavra também como uma arte útil denunciadora das realidades.
com Arturo Reguera, Jean-Luc Pauthier, João Rodrigues e Sara Figueiredo Costa (mod.)
Domingo, 5 de Julho – às 15h30
Entrada gratuita


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ACHADA DE PÉ NA RUA
É a festa de Verão da Casa da Achada, com comes
e bebes, bancas, jogos, e uma programação ao ar livre:
Sábado 18 de Julho das 15h às 22h
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ACHADA DE PÉ NA RUA
É a festa de Verão da Casa da Achada, com comes e bebes,
bancas, jogos, e uma programação ao ar livre:
15h30 - Sessão «O traço satírico em A paleta e o mundo - leituras e projecção de imagens»
18h00 - Coro da Achada
19h30 - Concerto (a anunciar)
20h30 - Ouvido de Tísico com música para dançar
Sábado, 18 de Julho – das 15h às 22h


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O TRAÇO SATÍRICO EM «A PALETA E O MUNDO»
LEITURAS E PROJECÇÃO DE IMAGENS
com Carla Mota, Diana Dionísio, Lena Bragança Gil,
João Rodrigues e Pedro Rodrigues
Sábado 18 de Julho às 15h30
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O TRAÇO SATÍRICO EM «A PALETA E O MUNDO» - LEITURAS E PROJECÇÃO DE IMAGENS
A exposição O riso dissonante, patente na Casa da Achada e dedicada à caricatura social de Alfonso Castelao e Vercors, despertou-nos a curiosidade: que lugar ocupam a sátira e a caricatura em A paleta e o mundo? Fomos procurar a resposta nas mil páginas deste ensaio de Mário Dionísio — que o autor descreveu como uma «longa conversa» — e encontrámos um conjunto de artistas e imagens que ajudam a contar uma outra história da sátira e da crítica social.
Cruzámo-nos com figuras como Hogarth, Goya e Daumier, cujas obras revelam a força do humor e da ironia através do desenho.
O resultado será uma sessão de leitura a várias vozes, acompanhada pela projecção de imagens, num diálogo vivo entre textos, obras e ideias, que nos convida a descobrir novas ligações entre arte e sociedade.
com Carla Mota, Diana Dionísio, Lena Bragança Gil, João Rodrigues e Pedro Rodrigues
Sábado, 18 de Julho – às 15h30
(integra a programação de ACHADA DE PÉ NA RUA)
Entrada gratuita


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Ouvido de Tísico
Nº 62 - Vamos dançar
a primeira frase do romance
Não há morte nem princípio
Sábado, 18 de Julho às 20h30
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OUVIDO DE TÍSICO nr. 62
Vamos dançar
a primeira frase do romance Não há morte nem princípio
Entrada gratuita

LEITORES ACHADOS
Um domingo por mês, juntamo-nos para ler e discutir um conto.
Quem gosta de ler, falar sobre livros, trocar ideias ou sente que precisa muito de reatar a sua vida com a leitura pode vir experimentar este encontro de Leitores Achados, incentivado pela Biblioteca Pública da Casa da Achada, onde se lê e comenta um conto em voz alta.

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A quem quiser contribuir para que a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio
continue a existir
A entrada é gratuita em tudo o que a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio faz. Não por riqueza ou por mania. Mas porque decorre da própria ideia que Mário Dionísio tinha da cultura. E nós, vários anos depois, também.
As excepções são as edições, é claro. Que os Sócios Fundadores e Amigos da Casa da Achada podem comprar abaixo do preço do mercado.
Os tempos vão maus e os apoios institucionais também.
Por isso, agora dizemos a toda a gente que toda a gente pode fazer um donativo, se assim o entender.
Opção 1: Cartão de crédito ou Paypal
Faça o seu donativo online, de forma totalmente segura, usando o seu cartão de crédito ou a sua conta Paypal.
Caso opte por esta forma de pagamento, o Paypal irá reter uma pequena percentagem do valor doado, pelo que se quiser garantir que iremos receber a totalidade do seu donativo, faça uma transferência bancária (abaixo).
Opção 2: Transferência bancária
Transfira para o NIB 0036 0000 9910 5869 2830 8 a quantia que desejar doar.
Sugestão: Assinar este texto, completando com a quantia doada, e enviar para a Casa da Achada.
Nota: Pode copiar o texto e enviar por e-mail ou imprimir aqui e enviar via postal.