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Programação:
Clique em cada uma das actividades para ver o respectivo cartaz.

Composta por 13 painéis com textos e imagens que dão conta da vida e da obra de Mário Dionísio (1916-1993), documentos do espólio do autor, livros, fotografias, poemas, pinturas e desenhos, esta exposição foi concebida em 2011 para ser itinerante, e já viajou muito. Desde há uns anos instalámo-la também como exposição permanente numa parte da Zona Pública da Casa da Achada, podendo ser vista em qualquer altura por quem nos visita.
O catálogo reproduz os painéis biográficos que constam da exposição e inclui também uma bibliografia sumária do autor e um conjunto de opiniões críticas sobre a sua obra plurifacetada – o artista (poeta, romancista, pintor), o pedagogo e, em tudo, o intelectual interventivo, ética e politicamente. São autores dos textos: Isabel da Nóbrega, Jorge Silva Melo, João Madeira, Luís Trindade, António Pedro Pita, Rui Canário, Maria Alzira Seixo, Rocha de Sousa, Regina Guimarães, Cristina Almeida Ribeiro, Nuno Júdice, Saguenail, Manuel Gusmão e Eugénia Leal.
Exposição permanente
Horário:
Segunda-Feira – das 15h às 20h
Quinta-feira – das 15h às 20h
Sexta-Feira – das 15h às 20h
Sábado e Domingo – das 11h às 18h

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Exposição Colectiva
CAMPONÊS ARMADO
Em diálogo com o «Camponês Armado» de Mário Dionísio
de 29 de Setembro de 2024 a 21 de Abril de 2025
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Exposição colectiva a partir da interpretação do quadro «Camponês armado» de Mário Dionísio.
Horário:
Segunda-Feira – das 15h às 20h
Quinta-feira – das 15h às 20h
Sexta-Feira – das 15h às 20h
Sábado e Domingo – das 11h às 18h


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Cinema
Camponês Armado
Segundas-feiras 3, 10, 17, 24 e 31 de Março às 21h
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CICLO «CAMPONÊS ARMADO»
A acompanhar a exposição e o ciclo à volta do quadro de Mário Dionísio e do seu título, «Camponês Armado», a Casa da Achada organiza um ciclo de cinema sob o mesmo mote, que pretende contribuir para que se dissipem as fronteiras entre o urbano e o rural, mas também entre arte e sociedade. Um conjunto de filmes que servem para nos relembrar de lutas camponesas antigas, para nos falar de combates rurais de hoje e para nos recordar que a cultura e as suas manifestações artísticas são, tantas vezes, as portadoras da crítica profunda a uma determinada sociedade e da voz que se projecta para o futuro, para novos sonhos, novas realidades, novos mundos.
ENTRE LEIRAS
de Cláudia Ribeiro
Portugal, 2020 (82’)
Segunda-feira, 3 de Março, às 21h00
OS SETE SAMURAIS
de Akira Kurosawa
Japão, 1954 (207’)
Segunda-feira, 10 de Março, às 21h00
A NOSSA VOZ DE TERRA, MEMÓRIA E FUTURO
de Marta Rodríguez e Jorge Silva
Colômbia, 1982 (110’)
Segunda-feira, 17 de Março, às 21h00
THE BATTLE FRONT FOR THE LIBERATION OF JAPAN – SUMMER IN SANRIZUKA
de Shinsuke Ogawa
Japão, 1968 (105’)
Segunda-feira, 24 de Março, às 21h00
FORAGERS
de Jumana Manna
Palestina, 2022 (64’)
Segunda-feira, 31 de Março, às 21h00
Entrada gratuita


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Oficina para pequenos e grandes
- Oficina de Pensamentos
- com Henrique Neto
Domingo 16 de março das 15h30 às 17h30
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OFICINA DE PENSAMENTOS com Henrique Netto
Uma oficina pensada pelo Henrique Netto, inspirada no “Abecedário de Deleuze”. É mais ou menos um jogo: começa-se por uma palavra iniciada por A; pensa-se e fala-se sobre ela; depois passamos para uma palavra começada por B, noutra com C, e assim por diante até se acabarem as palavras - que nunca acabam - ou se acabar o tempo. Esta é a proposta para produzir pensamentos.
Domingo, 16 de Março, às 15h30
Entrada gratuita


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no chão da achada
A Assobiar muito à vontade
a partir do conto «Associando à Vontade» de Mário Dionísio
Sábado 8 de março às 19h
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«A ASSOBIAR MUITO À VONTADE...» NO CHÃO DA ACHADA
Espectáculo a partir do conto «Assobiando à vontade» de Mário Dionísio.
com Inês Nogueira (a contar)
Toni (Barulhismo)
Carlos "Zíngaro" (Violino)
Artur Pispalhas (Baixo-eléctrico-em-diferido)
No Chão da Achada é uma série de sessões generosas para a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio se manter de pé.
Sábado, 8 de Março, às 19h00


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Ouvido de Tísico
Nº 59 - Que a luta continua, dizem eles
leitura do conto «Que a luta continua, dizem eles», de
Mário Dionísio, feita por Antonino Solmer
Domingo, 9 de Março às 15h30
mais informação |
OUVIDO DE TÍSICO - QUE A LUTA CONTINUA, DIZEM ELES
Vamos ouvir a gravação de uma leitura do conto «Que a luta continua, dizem eles», de Mário Dionísio, feita por Antonino Solmer na Casa da Achada em 2014.
«A luta continua, dizem eles» foi um dos contos publicados em 1988 no livro «A morte é para os outros» e dá voz a um «pide que acaba por se encontrar numa situação admirável: “apesar disto tudo, afinal estou como nunca estive”», como disse Mário Dionísio, em entrevista de Isabel Bahia no programa Elogio da Leitura da RTP, nesse mesmo ano de 1988.
Esta é a 59ª sessão «Ouvido de Tísico». Nas sessões «Ouvido de Tísico» a proposta é escutar. Fácil? Difícil? Num mundo que nos quer entupir os ouvidos, nós queremos continuar a fazer cócegas ao caracol. Ouvir-se-ão textos de vários autores, saladas musicais, documentos desencantados do Centro de Documentação da Casa da Achada, discos do princípio ao fim, entrevistas, enfim, de tudo um pouco. Pode-se ouvir de pé ou sentado, sentado ou deitado. Pode ouvir-se de olhos fechados ou abertos, abertos ou semicerrados. Pode-se desenhar enquanto se ouve, ou escrever, ou não fazer mais do que… ouvir.
Domingo, 9 de Março, às 15h30
Entrada gratuita


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Ciclo Camponês Armado
Incêndios rurais e (des)ordenamento do território
Sábado, 22 de Março a partir das 15h30
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INCÊNDIOS RURAIS E (DES)ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO
Conversa com Manuel Ferros e Paula Germano.
Sábado, 22 de Março, às 15h30
Entrada gratuita

LEITORES ACHADOS
Um domingo por mês, juntamo-nos para ler e discutir um conto.
Quem gosta de ler, falar sobre livros, trocar ideias ou sente que precisa muito de reatar a sua vida com a leitura pode vir experimentar este encontro de Leitores Achados, incentivado pela Biblioteca Pública da Casa da Achada, onde se lê e comenta um conto em voz alta.

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A quem quiser contribuir para que a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio
continue a existir
A entrada é gratuita em tudo o que a Casa da Achada – Centro Mário Dionísio faz. Não por riqueza ou por mania. Mas porque decorre da própria ideia que Mário Dionísio tinha da cultura. E nós, vários anos depois, também.
As excepções são as edições, é claro. Que os Sócios Fundadores e Amigos da Casa da Achada podem comprar abaixo do preço do mercado.
Os tempos vão maus e os apoios institucionais também.
Por isso, agora dizemos a toda a gente que toda a gente pode fazer um donativo, se assim o entender.
Opção 1: Cartão de crédito ou Paypal
Faça o seu donativo online, de forma totalmente segura, usando o seu cartão de crédito ou a sua conta Paypal.
Caso opte por esta forma de pagamento, o Paypal irá reter uma pequena percentagem do valor doado, pelo que se quiser garantir que iremos receber a totalidade do seu donativo, faça uma transferência bancária (abaixo).
Opção 2: Transferência bancária
Transfira para o NIB 0036 0000 9910 5869 2830 8 a quantia que desejar doar.
Sugestão: Assinar este texto, completando com a quantia doada, e enviar para a Casa da Achada.
Nota: Pode copiar o texto e enviar por e-mail ou imprimir aqui e enviar via postal.