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BIBLIOGRAFIA

MÁRIO DIONÍSIO

 

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BIBLIOGRAFIA ACTIVA

 

Textos de Mário Dionísio em livros e catálogos

 

7. Textos de Mário Dionísio editados em livro depois de Novembro de 1993

O dia cinzento. Antologia, Lisboa: Diário de Notícias, 2000, col. Biblioteca de Verão

A-1-2-17

6 contos MD: «Véspera», «Assobiando à vontade», «Os sapatos da irmã», «O corte das raízes», «Os bonecreiros vão de terra em terra», «Uma tarde de Agosto». Ed. distribuída c./ o Diário de Notícias.

Mais verde mais azul mais branco mais vermelho, Lisboa: Abril em Maio, 2001, col. Textos Roubados n.º 1

A-1-2-18

Antologia de textos MD org. por ED c./ Luis Miguel Cintra para leitura encenada por Luis Miguel Cintra no CAM da FCG, 1991 e repetida no Teatro Taborda, 1996. Ed. em fotocópia encadernada (100 ex.) no «Ciclo a partir da obra de Mário Dionísio» (Abril em Maio, 2001).

O quê? Professor?!,Lisboa: Abril em Maio, 2001, col. Textos Roubados n.º 2

A-1-2-19

1.º capítulo de livro inacabado de MD Reflexões de um professor sobre escola e socialismo; editado em fotocópia encadernada (100 ex.) no «Ciclo a partir da vida e obra de Mário Dionísio» (Abril em Maio, 2001); selecção e notas de Eduarda Dionísio; inclui o plano do livro inacabado. Reeditado pela ESE em 2009 (A-1-6-31).

Entre palavras e cores: alguns dispersos (1937-1990), Lisboa: Casa da Achada-Centro Mário Dionísio / Livros Cotovia, 2009. (col. Mário Dionísio n.º 1)

A-1-6-28

C./ nota introdutória. Textos MD reeditados: «A propósito de Jorge Amado – II», «O caminho de Casais Monteiro», «A paleta e o mundo», «Uma vitória da poesia de circunstância», «Os escritores e a realidade», «O princípio dum grande pintor?», «A propósito dum livro de contos de Steinbeck», «A tapeçaria e a França renascente», «Jean Lurçat e a tapeçaria francesa», «O pintor Marcel Gromaire», «Pequenos-Burgueses, romance de Carlos de Oliveira», «Os caminheiros e outros contos, por José Cardoso Pires», «Contra uma vida sem música», «Palavras e cores», «Courbet e Portinari», «Éluard», «O sonho e as mãos», «O sonho e as mãos – II», «Enfado ou prazer: problema central do ensino», «Pavia e a sua lição», «Um romance invulgar», «Resende desiste?», «José Júlio», «A fonte», «Portinari», «Quem não sabe arte não na estima», «Prémio Camilo Castelo Branco. Viver com os outros, de Isabel da Nóbrega», «Lopes Graça e Vieira da Silva», «A Homenagem a Picasso (1) – uma explosão de pintura e algo mais», «A Homenagem a Picasso (2) – destruição, metamorfose ou talvez não», «A Homenagem a Picasso (3) – adeus a Picasso?», «Reencontro com Pomar», «O cinema matou o romance?», «A estruturação da novidade», «O disco partido», «Os Encontros de Genebra», «Um espelho confortável», «Blow-up: segunda via», «Que os jovens leiam este jovem», «Prefácio a Barranco de Cegos», «Ir ao povo», «Trás-os-Montes: um acto de militância autêntica», «O fascismo, a cultura e a TV», «Discurso sobre Outubro», «Uma arma chamada cultura», «Legalmente assassinado», «Bento de Jesus Caraça: um sonhador de realidades futuras», «Um outro Goya e algo mais», «Sem Rodrigues Miguéis?», «Contextos esquecidos», «Literatura e pintura – um velho equívoco?», «Memória do Joaquim», «No fim duma época», «Auto-retrato».

Entrevistas: (1945-1991), Lisboa: Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, 2010. (col. Mário Dionísio n.º 3)

A-1-6-34

C./ nota introdutória e apêndice Bibliográfico. Mário Dionísio entrevistado: «Que é o neo-realismo?», «A literatura e o momento político», «“É muito bom que uma aula seja o contrário da luta surda entre o gato e os ratos…”», «Mário Dionísio fala ao “Juvenil”», «“A evolução da minha poesia corresponde apenas a uma consciência cada vez maior do valor da linguagem na criação poética”», «Mário Dionísio: “A função da poesia? Tornar o homem cada vez mais homem”», «Mário Dionísio: romancista sem romances?», «Encontro com Mário Dionísio», «“Sinais & Circunstâncias”: Depoimento de Mário Dionísio», «Neutralidade ou intervenção», «Café-Concerto», «Mário Dionísio: “Fui sempre anti-stalinista”», «Mário Dionísio: memória da “terceira idade”», «Mário Dionísio: a obra e o homem», «De Mãos Dadas», «Mário Dionísio: um monólogo a muitas vozes», «O Elogio da Leitura», «Retrato de um pintor desconhecido», «“Não percebo como é que se pode viver sem utopia”», «Mário Dionísio: o amor louco de pintar»,  «“Já não escrevo”»; Mário Dionísio entrevistador: «Portinari, pintor de camponeses», «Com Lurçat, o mago das lãs», «Fernand Léger, um jovem de 68 anos», «O caso Fougeron», «O pintor de Buchenwald», «O realismo de Pignon», «Orazi, um italiano de Paris», «Diálogo com Chávez Morado», «Carlos Scliar, o ilustrador de Jorge Amado», «Visita a Vieira da Silva».

Um romancista brasileiro: [Érico Veríssimo], apr., fix. texto, notas e biobliografia Vânia Pinheiro Chaves, intr. João Marques Lopes, Lisboa: Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2011

A-1-3-22

Edição comemorativa do Centenário da Faculdade de Letras. Foto da capa: Mário Dionísio em 1938. O texto foi publicado pela 1.ª vez.

Os desenhos e as pinturas segundo o próprio nos diários inéditos,in Sonhar com as mãos: o desenho na obra de Mário Dionísio, Casa da Achada, c./ int. Paula Ribeiro Lobo, Lisboa: Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, 2011. (col. Mário Dionísio n.º 5)

A-2-2-35

Extractos inéditos de Passageiro Clandestino e Diário sobre desenho e pintura 

Prefácios (1948-1989) a livros, álbuns e catálogos, Lisboa: Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, 2014. (col. Mário Dionísio, n.º 7)

A-2-3-44

Reedição de textos: prefácios a livros de poesia, conto, romance: Poemas Completos de Manuel da Fonseca (2.ª edição), Casa na Duna de Carlos de Oliveira (3.ª edição), Barranco de Cegos de Alves Redol (3.ª edição), Poeta Militante (2.ª edição) e O Mundo dos Outros (6.ª edição) de José Gomes Ferreira, O Anjo Ancorado de José Cardoso Pires (6.ª edição); introduções a álbuns de arte: XVI Desenhos de Júlio Pomar, Portinari, Mensagem de Fernando Pessoa / 7 Histórias Portuguesas de Júlio Pomar. Prefácios a catálogos de exposições de pintura: «12 ilustrações de Portinari para o romance A Selva de Ferreira de Castro», «48 pinturas de José Júlio», «Júlio Resende Brasil 77», «Manuel Filipe», «Sá Nogueira».

Conflito e unidade da arte contemporânea / Conflit et unité de l’art contemporain, c./ introdução de Maria Alzira Seixo, Lisboa: Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, 2015 (c./ o apoio da Fundação Luso-francesa Elise Senyarich / Fondation de France)

A-2-3-56

Edição bilingue.

O quê? Professor?!, c./ nota introdutória de Rui Canário, Lisboa: Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, 2015. (col. Mário Dionísio, n.º 8)

A-2-3-57

Reed. de textos sobre ensino: «O conflito entre o escritor e o professor», «O quê? professor?!», «Um professor…», « Enfado ou prazer: problema central do ensino», «Sobre formação de professores», «Apontamento sobre a ausência da arte no ensino», «Problemas do ensino do francês no 1.º ciclo», «De um ângulo pedagógico», «O ensino do francês: três medidas urgentes», «Memória desconexa», «Um problema de importância nacional», «Fruta da estação», «Reformar o ensino», «E o ensino?», «Trabalhadores-estudantes», «Um gráfico inquietante», «Abrir as aulas!», «Lisboa é longe», «O descalabro no ensino», «Recuar, recuar para o socialismo», «Ensino e educação antes e depois do 25 de Abril», «Última lição. Língua - linguística e técnicas de expressão».

Poesia completa, Lisboa: CM-IN (col. Plural. Poesia), 2016.
A-2-3-74

Reedição de toda a poesia editada de Mário Dionísio. Inclui tradução de Le feu qui dort para português por Regina Guimarães. C./prefácio de Jorge Silva Melo.

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André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2017