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BIBLIOGRAFIA

MÁRIO DIONÍSIO

 

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INTRODUÇÃO

 

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ao MK

 

Mk é a abreviatura de Maçariku, nome por que era conhecido Vítor Ribeiro (1960-2014), fundador da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, que sem ele nunca teria nascido nem existido.
MK conheceu Mário Dionísio, registou em vídeo uma leitura encenada de textos seus no Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian em 1991 e grande parte do que foi feito sobre ele a partir daí. Colaborou intensamente nos ciclos que, depois da sua morte, lhe foram dedicados, na Biblioteca-Museu República e Resistência e sobretudo na Abril em Maio - associação cultural. Montou na Casa da Achada as várias exposições com quadros de Mário Dionísio, encontrou e adquiriu obras suas que por aí vão andando no mercado.
Isto, sem estudos universitários. Tendo «apenas», como se costuma dizer, concluído o secundário (mal entrou no curso de História da Faculdade de Letras de Lisboa dela desertou), foi quem, na Direcção da Casa da Achada, mais se preocupou com o facto de o tratamento do Arquivo Mário Dionísio e Maria Letícia não avançar ao ritmo desejado.
Dedicamos-lhe este trabalho, que ele já não poderá ver mas que talvez o satisfizesse por termos estado à procura de encontrar, fixar, transformar um tempo perdido. E pensando sobretudo nos que não são eruditos nem candidatos a sê-lo. Mas que têm curiosidade por aquilo que não sabem e usam o que descobrem, como ele usava, com vontade de o transmitir aos outros.

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1.

Chamámos Para uma bibliografia Mário Dionísio a este conjunto de páginas. Isto porque uma bibliografia nunca está acabada. Há textos que se vão encontrando depois. E se, neste caso, o A. não pode publicar mais, há textos que vão sendo reeditados, há textos inéditos que deixam de o ser, há quem vá escrevendo textos sobre ele ou textos que, de uma forma ou de outra, o referem.

 

2.

Mas esta bibliografia que agora é posta à disposição de curiosos e estudiosos, a pensar também no Congresso Internacional sobre Mário Dionísio que se realizará em Outubro de 2016, ano do seu centenário1, está muito mais completa do que a que existia há seis anos atrás. Partiu do trabalho que tem sido feito sobre o Arquivo Mário Dionísio (ver Anexo A - Esquema do Arquivo), depositado na Casa da Achada-Centro Mário Dionísio: inventariação, catalogação e digitalização do seu espólio e do de Maria Letícia Clemente da Silva, sua companheira de sempre, espólio que inclui a Biblioteca MD-ML (ver Anexo B - Esquema da Biblioteca).Menção especial à oferta de uma colecção completa e encadernada de O Diabo (1936-1940), difícil de encontrar, que passou a integrar os reservados da Biblioteca Pública da CA-CMD2. E também ao CD com os documentos existentes na Torre do Tombo (informações da PIDE) sobre Mário Dionísio3.

 

3.

Ou seja: esta bibliografia, por mais falhas, lapsos e incorrecções que tenha4, é fruto de muito trabalho invisível, iniciado de uma maneira há muitos anos pelo próprio Mário Dionísio, retomado de outra maneira logo após a sua morte por Natércia Coimbra e Maria Letícia Clemente da Silva, continuado desta maneira e de outras depois da fundação do Centro Mário Dionísio em 2008 (por contratados e voluntários). Aqui fica uma lista (certamente incompleta) dos responsáveis pelo trabalho invisível que levou a esta bibliografia:

 

Mário Dionísio - Não só (evidentemente) pelo que escreveu, mas pelo que guardou e arrumou em muitos dossiers que ficaram como nos chegaram – uma das regras dos arquivos, que cumprimos. Mas Mário Dionísio não era arquivista nem trabalhava para a posteridade: o conteúdo dos dossiers nem sempre corresponde ao título, nem tudo o que escreveu ou que sobre ele escreveram estava arquivado por ele e vários recortes de imprensa foram saltando para dossiers de trabalhos (começados uns, concluídos outros).

Mário Dionísio foi assinante da empresa «Recorte» (até existe no Arquivo um «recibo») que fornecia recortes de imprensa. Mudou de contrato, deixou de ser. O que explica haver muitos mais recortes de umas épocas do que doutras e mais recortes sobre uns assuntos do que sobre outros.

Maria Letícia Clemente da Silva - Não só por ter colaborado com Mário Dionísio na arrumação de dossiers (o que é visível na caligrafia do que está indicado nalguns documentos – assuntos, datas) e ter continuado a guardar documentos depois da morte de Mário Dionísio, mas sobretudo por ter colaborado com Natércia Coimbra, arquivista, no 1º inventário do Espólio Mário Dionísio (1994-1996), nomeadamente no tratamento da correspondência.

Natércia Coimbra - Não só por ter inventariado e catalogado a maior parte do Espólio de Mário Dionísio, enquanto técnica do Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra5, que na 1ª versão (publicada em «Não há morte nem princípio» - a propósito da vida e obra de Mário Dionísio, CML-Biblioteca Museu da República e Resistência, 1996) ficou dividido em Espólio Literário e Arquivo Pessoal (Actividade Pública e Privada), mas também por ter continuado a orientar, como fundadora e elemento da Direcção da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, todo o trabalho de Arquivo do Centro de Documentação e de catalogação da Biblioteca MD-ML.

Eduarda Dionísio - Antes da fundação da CA-CMD, ampliou, com outros documentos, o Espólio Mário Dionísio, criando, sob orientação de Natércia Coimbra, o Espólio Artístico e aumentando o Arquivo Pessoal que passou a ser de Mário Dionísio e de Maria Letícia, nomeadamente na secção «Actividade Privada». Fez o 1º esboço de bibliografia activa e passiva. Começou a trabalhar a tempo inteiro na catalogação e digitalização do Arquivo a partir de Janeiro de 2014. Finalizou esta edição da bibliofrafia.

Diana Dionísio - Trabalhou no Arquivo Mário Dionísio, nomeadamente na catalogação e digitalização dos Recortes de Imprensa. Foi aumentando e actualizando o 1º esboço de bibliografia.

Cristina Almeida Ribeiro - Digitalizou os textos de Mário Dionísio e sobre Mário Dionísio não recortados, publicados na imprensa (Arm.1), e forneceu fotocópias de textos inexistentes no Arquivo e na Biblioteca.

Inês Vasconcelos - Catalogou (programa SIRIUS) grande parte da Biblioteca MD-ML, acessível através da página www.centromariodionisio.org. Catalogou e digitalizou documentos do Espólio Literário (correspondência, dossiers temáticos), do Espólio Artístico, do Arquivo Pessoal (parte da Actividade Pública e da Actividade Privada, nomeadamente correspondência privada)

Lara Afonso - Catalogou e digitalizou documentos do Espólio Literário e do Arquivo Pessoal MD (Actividade Pública).

Felisbela Fonseca - Fez o inventário das Obras de Arte (de Mário Dionísio e de outros artistas) do Espólio Artístico e o inventário de objectos (Arquivo Pessoal MD-ML – Actividade Privada), acessíveis em base de dados e em formato impresso.

Lena Bragança Gil - Inventariou e catalogou os registos audiovisuais das actividades públicas da CA-CMD, que incluem numerosas sessões sobre Mário Dionísio.

 

Na Biblioteca MD-ML trabalharam Gabriela Dias, Carole Garton, Lena Bragança Gil e outros (arrumação, ordenação e cotas), Filomena Marona Beja, Joaquim Beja, Rubina Oliveira e outros (limpeza e preservação), Manuela Vasconcelos, Helena Barradas (indexação).

 

O facto de tanta gente ter participado neste trabalho invisível, sobretudo a partir de 2008, apesar de orientado e coordenado, explicará algumas diferenças no tratamento e numeração de documentos, o que não impede a sua pesquisa e consulta.

 

4.

Como qualquer bibliografia, esta listagem só contém textos publicados (excepção: textos de MD ou de outros encontrados no Arquivo que se destinavam a publicação mas cuja publicação não foi encontrada) e, também como qualquer bibliografia, está dividida em Bibliografia Activa (textos de MD) e Bibliografia Passiva (textos sobre MD ou que referem MD). Foi impossível não acrescentar aos documentos em papel documentos audiovisuais que informam ou analisam a obra duma personalidade marcante do século XX português, bastante esquecida. É a última parte desta bibliografia e será a mais incompleta.

 

Não incluímos (excepto em casos justificáveis) os textos de MD, sobre MD ou com referências a MD que podem ser encontrados na internet (a começar pela página da CA-CMD) por que qualquer um, sem necessidade de instrumentos auxiliares de pesquisa, o pode fazer. Pelo contrário, a maioria dos textos e documentos audiovisuais que estão aqui referidos necessitam de instrumentos auxiliares de pesquisa, que temos vindo a elaborar e que aqui fornecemos aos interessados.

 

Nem sempre foi fácil distinguir a bibliografia activa da passiva, nomeadamente em Recortes de Imprensa sobre actividades públicas de Mário Dionísio constituídos em grande parte por declarações suas ou textos seus. Nalguns casos, incluímos o mesmo documento nos dois capítulos.

 

5.

Pareceu-nos facilitar a consulta, a procura e a visão de conjunto da vida de Mário Dionísio e da sua obra fazer a divisão da bibliografia em duas grandes secções dentro de cada capítulo: livros e publicações periódicas. E dentro de cada secção, tentar uma arrumação, conforme os casos, por géneros ou por assuntos. Para ajudar a procura, cada secção começa por um índice.

E entendemos que, também para facilitar a consulta, a procura e a visão de conjunto da vida de Mário Dionísio e da sua obra, era bom ordenar a informação dentro das subsecções. Nuns casos por Autor e noutros por data. O quem e o quando (e o porquê e o para quê que com eles se ligam) são importantes numa bibliografia, quando a preocupação não é apenas proporcionar ou facilitar a «citação» a ser usada numa nova bibliografia ou trabalho.

 

Ao contrário das actuais bibliografias universitárias, os dados de cada referência bibliográfica seguem a ordem que nos pareceu mais lógica e que facilitará a leitura útil dos não «especializados»: autor (quando tem), omitido na secção Bibliografia Activa por ser sempre MD, excepto nos casos de entrevistas assinadas pelo entrevistador), título do texto (quando tem), órgão de informação onde foi publicado (no caso das publicações periódicas), cidade onde foi publicado, editora que o publicou (no caso dos livros), data.
Introduzimos por vezes pequenas notas que ajudarão a entender o assunto do texto quando o título não o diz e a relacioná-lo com outros textos, nomeadamente quando se trata de «polémicas», que as há.

 

Porque esta bibliografia parte do Arquivo Mário Dionísio disponível no Centro de Documentação da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, entendemos que seria útil para a sua utilização indicar onde podem ser encontrados os textos referidos, quase todos digitalizados. Algumas informações sobre a lógica das cotas poderão desfazer o «mistério» dos números e letras (Ver Anexos A e B) e levar a procurar ligações com outros documentos que estão fora do âmbito desta Bibliografia. Quando não existe cota referida, é que o documento não existe no Centro de Documentação.

 

Para lá deste documento, existe uma edição em papel, de tiragem limitada, com paginação diferente desta e um pouco menos de notas informativas e remissivas, que é possível adquirir na Casa da Achada.
Estão ainda ser introduzidas na internet as descrições de todas as Caixas, Dossiers e Pastas do Arquivo, item por item, além do inventário das obras de arte (de Mário Dionísio e de outros) existentes na CA-CMD.

 

6.

Chegados aqui, talvez valha a pena acabar esta introdução com a pergunta por onde devíamos ter começado: para que serve este documento, que deu trabalho e que, na sua outra versão, gastou papel?

 

Historieta: um dia, um alto responsável pela «jóia da coroa» da CML que durante uns anos foi a Mouraria, terreno no qual a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio foi situado, explicou-nos que podiam apoiar pouco esta associação porque ninguém com menos de 40 anos alguma vez tinha ouvido o nome de tal pessoa. A resposta foi que era por isso e para contrariar isso que a Associação existia.

 

Folhear simplesmente a bibliografia poderá pelo menos levar a tomar consciência de que talvez valesse a pena conhecer a obra de Mário Dionísio: pelo número de textos publicados, pela sua diversidade, pelos títulos pouco académicos da sua produção escrita. Os artigos são sempre contra ou a favor alguma coisa.
E perceber o interesse que o que fez ou disse suscitou.
E ter um «cheirinho» da sua biografia, que não está feita: regularidade e irregularidade da colaboração em periódicos (e quais periódicos e quais os esquecidos quase nunca «especializados»), saídas e entradas, interrupções, participações em sessões públicas, visitas (de trabalho) ao estrangeiro, cargos ocupados e abandonados (sempre com explicação).
E ter um «cheirinho» da época e do lugar que a cultura já ocupou, pelo menos na imprensa: como as obras («elitistas», dizia-se ou passou a dizer-se) chegavam à imprensa regional, à imprensa das Colónias (onde Mário Dionísio nunca esteve).

 

E, pensando nos que estudam literatura, artes visuais, história (pelo menos) da cultura, pedagogia, história, até política, esta edição poderá levar a encontrar elementos importantes, mesmo quando à primeira vista parecem pormenores, não só sobre Mário Dionísio mas também sobre uma época sem consensos: autores que se interessaram por ele, autores que o interessaram ou desinteressaram, outros de que era amigo ou inimigo (adversário), polémicas que marcaram um século e que continuam ainda hoje sem que as divergências dêem a origem a polémicas…

 

Com esta bibliografia cumprimos um dos objectivos da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio: tornar acessível o que se julga que nunca existiu, que já não existe, que não se consegue encontrar – ou que, nalguns casos, é melhor não encontrar. Para não baralhar e para voltar a dar.

 

1 de Agosto de 2015
Casa da Achada-Centro Mário Dionísio

 

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1 Colóquio organizado pelo Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras de Lisboa (projecto Sinestesia) com a colaboração do Museu do Neo-Realismo, a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio, a Associação promotora do Neo-Realismo (Lisboa 27-29 de Outubro de 2016) voltar ao texto

2 Oferta da família de Sebastião Avelino Araújo a quem agradecemos muito. voltar ao texto

3 Agradecemos a João Baía, evidentemente. voltar ao texto

4 Pedimos a todos os que encontrem faltas e incorrecções que nos façam chegar as suas observações com vista a uma edição futura. voltar ao texto

5 Pouco tempo depois da morte de Mário Dionísio, a família contactou o Centro de Documentação 25 de Abril no sentido de inventariar o seu Espólio. Boaventura Sousa Santos, então director do Centro, destacou Natércia Coimbra que, até 1996, trabalhou regularmente nessa inventariação, em casa de MD e de ML, local onde se encontrava o espólio. voltar ao texto

 

 

ANEXO A

Esquema do Arquivo MD-ML

 

1.
ESPÓLIO LITERÁRIO MD

ORIGINAIS MD - escrita - Cx.1 a Cx.12, Cx.15 e dispersos noutros DOS e Caixas.
CORRESPONDÊNCIA - Para MD. De MD (cópias) - DOS.1 a DOS.7 e dispersos noutros DOS e Caixas.
RECORTES DE IMPRENSA
RI-DA – textos de MD. RI-DA-1 a RI-DA-4 e dispersos noutros DOS e Caixas.
RI-SA – textos sobre MD. RI-SA-1 a RI-SA-5 e dispersos noutros DOS e Caixas
RI-OA – outros autores. RI-OA-1 a RI-OA-7, RI-OA-D-1, RI-OA-D-2 e Cx.50 (recortes soltos)
DOSSIERS TEMÁTICOS
DOS-AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte (1959-1972)
DOS-CMP – Conselho Mundial da Paz (1955-1978)
DOS-GPE – Grande Prémio de Ensaio (1963-1964)
DOS-PIL – Prémio Internacional de Literatura (1963-1964)
DOS-PAL – A Paleta e o Mundo (parte final)
DOS-RIG- Encontros Internacionais de Genebra (1967, 1969).
DOS-POR1 e DOS-POR2 – Portinari
ORIGINAIS DE TERCEIROS - Cx.8, Cx.12, Cx.15
CORRESPONDÊNCIA DE TERCEIROS - DOS.1 a DOS.8

 

2.
ESPÓLIO ARTÍSTICO MD

ORIGINAIS MD – pintura, desenho Ver Inventário das obras de arte
EXPOSIÇÕES MD – individuais, colectivas

Catálogos - Cx.18, Cx.19.

Materiais vários - Cx.15, Cx.18, Cx.19.

Recortes de Imprensa - RI-SA-AP-CP, RI-DA-4, RI-SA-5.
ICONOGRAFIA MD - Cx.18, Cx.25.
ORIGINAIS DE TERCEIROS - Ver Inventário das obras de arte.
EXPOSIÇÕES DE TERCEIROS - Convites e catálogos Cx.14, Cx.14A, Cx.20A, Cx.22A, Cx.27 a Cx.29.
REPRODUÇÕES DE TERCEIROS - Cx.13, Cx. 23,Cx.24.
CARTAZES - Gaveta 1.

 

3.
ARQUIVO PESSOAL MD-ML

ACTIVIDADE PÚBLICA MD
Documentos de nomeação A-APu-AP-DN, Cx.36
Professor do Ensino Secundário – Preparação de aulas (A-APu-ESec-PA ). Orientação de Estágios (A-APu-ESec-OE). Didáctica (A-APu-ESec-D). Varia Cx.43, Pasta fotos, Gaveta2). (A-APu-ESec-V)

Professor no Ensino Superior - Preparação de Aulas (A-APu-ES-PA). Última lição (A-APu-ES-UL). Varia (A-APu-ES-V ).

Outros cargos oficiais - Comissão de Estudo da Reforma Educativa (A-APu-CO-CERA). Comissão Coordenadora dos Textos de Apoio (A-APu-CO-CTA). Comissão de Saneamento e Reclassificação do MEC (A-APu-CO-CSR).  Director de Programas da RTP (A-APu-CO-D-RTP). Varia (Cx.12).
ACTIVIDADE PÚBLICA ML
Professora do ensino secundário - Carreira, expulsão do ensino e reingresso, varia (Cx.39). Preparação de aulas e lições particulares de Português e Latim (Cx.40, Cx.41, Cx.46).
Colaboração em A Capital (Cx.38 - Correspondência, originais, recortes de imprensa).
Apoio a traduções (Cx.37).
Colaboração na UNICEF (Cx.38).
ACTIVIDADE PRIVADA MD e ML
Correspondência - familiares, amigos, etc. (DOS.8 a DOS.12). Casas, contas, impostos (Cx.32). Família (Cx.35, Cx.31), Viagens (Cx.31, Cx.44, Cx.45). Postais ilustrados, convites, programas e catálogos (Cx.34, Cx.34A), Varia (Cx.32, Cx.34).
ACTIVIDADE PRIVADA MD
Documentos biográficos (Cx.12, Cx.16, Gaveta 2). Documentos de família (Cx.30).
Actividade de pintor e escritor (Cx.18, Cx.30).
ACTIVIDADE PRIVADA ML
Documentos biográficos ML (Cx.31, Gaveta 2).
Documentos de família (Cx.31, Gaveta 2).
Textos escritos por ML, edição de livros (Cx.31).
Recortes de imprensa (Cx.31A).
Impostos, contas bancárias, casa (Cx.33). Saúde, Varia (Cx.31, Cx.31A, Gaveta 2).
BIBLIOTECA MD-ML (ver Anexo B).
FOTOS MD-ML (FOT1 a FOT5, Cx.42, Gaveta 2).
OBJECTOS (Ver Inventário de objectos).

 

4.
DOCUMENTOS POSTERIORES A 17 NOV. 1993 OU OBTIDOS DEPOIS

DOS.13 - Correspondência sobre assuntos MD pós 17 Nov. 1993: Obituário MD. Homenagem a MD. Artigos e trabalhos sobre MD. Autorizações e direitos. Obras para exposições. Museu do Neo-Realismo. Espólio MD. Varia.
Cx.17 - Textos sobre MD. «Não há morte nem princípio» a propósito da vida e obra MD (1996). Expo pintura 1998. Expos colectivas. Listas e venda de quadros. Trabalho e consulta do inventário. Recortes de imprensa (obituário, etc.).
Cx.17A - Ciclo Mário Dionísio na Abril em Maio. Espólio: informs e consultas. Vária.
Cx.17B - Textos sobre MD. 2 teses de mestrado.
Cx.16 - Cópias de documentos de outros arquivos ou de pessoas, nomeadamente: Torre do Tombo (Fichas da PIDE), Liceu Camões, Liceu Gil Vicente, Museu do Neo- -realismo, Museu Vieira da Silva.

 

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ANEXO B

Esquema da Biblioteca MD-ML

 

A Biblioteca MD-ML existente no Centro de Documentação da Casa da Achada pode ser consultada in loco, mediante marcação.
O catálogo encontra-se em aqui e é também acessível a partir da coluna da esquerda do site da Casa da Achada-Centro Mário Dionísio.

 

A sua arrumação e ordenação é praticamente aquela que existia em casa de Mário Dionísio e Maria Letícia Clemente da Silva. As estantes são quase todas as mesmas, várias com armários na parte de baixo, utilizados para as publicações periódicas, nomeadamente as não encadernadas e de dimensões que não permitiam arrumá-las nas prateleiras das estantes.

 

As únicas verdadeiras excepções na conservação da arrumação «herdada» foram a junção da poesia com a prosa na secção «Literatura» e a criação de uma estante onde se reuniram todos os livros da autoria de MD ou que contêm textos dele (Bibliografia activa em livros) e de prateleiras noutra estante onde se reuniram livros que falam de MD (Bibliografia passiva em livros) e ter guardado um armário (Arm.1) para publicações periódicas com textos de e sobre MD e ML – publicações encadernadas e não encadernadas, quase todas reunidas em caixas ou pastas (conforme a sua dimensão).

 

As cotas dos livros desta Biblioteca (quase) finita (os livros «novos» só são reedições de textos de MD e livros que falam dele) partem da sua localização.
A primeira letra indica a sala onde se encontra, o 1º número indica a estante onde se encontra, o 2º indica a prateleira dessa estante, o 3º indica o lugar nessa prateleira.

 

A Biblioteca MD-ML está distribuída por 3 salas:

 

Sala A
Livros de e sobre MD
Literatura – poesia, prosa, textos de teatro

 

Estante 1 – Livros de MD e sobre MD
Estante 2 – Livros sobre MD e com referências a MD + varia
Estante 3 – Literatura – Autores A - C
Estante 4 – Literatura – Autores C - N
Estante 5 – Literatura – Autores N - R
Estante 6 – Literatura – Autores R
Estante 7 – Literatura – Autores S - Z e antologias
Estante 8 – Textos de teatro

 

Arm. 1 – Jornais e revistas com colaboração de MD e textos sobre MD (encadernadas, Cx.47 a Cx.55),

pastas A e B, números soltos, fascículos de poesia, dossier c./ fotocópias de textos sobre MD 

 

Sala B
Literatura policial, livros escolares
Llivros sobre Arte, História, Biografias
Diversos (grandes formatos)

 

Estante 1 – Literatura policial, Livros escolares
Estante 2 – Livros sobre História, Biografias, Livros sobre Arte
Estante 3 – livros e revistas sobre Arte, Diversos (grande formato)

 

Sala C
Livros e revistas sobre Pedagogia, Livros sobre Ideias,
Linguística, Dicionários,
Livros e revistas sobre Literatura e Cultura

 

Estante 1 – Livros e revistas sobre Pedagogia
Estante 2 – Livros sobre Ideias (Filosofia, Política, Ciências, etc.), Linguística, Gramáticas e Dicionários, policopiados vários
Estante 3 – Livros e revistas sobre Literatura e Cultura
(alguns c./ textos sobre MD que não foram colocados na Sala A – Estante 2 e na Sala A – Arm.1)
Arm.2 e Arm.3 – Publicações periódicas, algumas reunidas em Pastas no Arm.2

 

Anexo à Biblioteca: Ficheiro de madeira c./ 4 gavetas, contendo fichas de leitura e outras e planos de aulas

 

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André Spencer e F. Pedro Oliveira para Casa da Achada - Centro Mário Dionísio | 2009-2017